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Novo Audi Q7 de terceira geração: SUV gigante a diesel com até sete lugares

Carro SUV Audi cinza em curva de estrada montanhosa sob céu claro.

A Audi está preparando um carro realmente grande chamado Q9, com capacidade para até sete ocupantes. Só que, antes dele chegar, aparece outro grandalhão que pode roubar um pouco a cena: o novo Q7 de terceira geração. Basta olhar para perceber: ele é grande.

E sim, ele também acomoda até sete pessoas - com uma novidade: pela primeira vez, existe uma configuração de seis lugares para entregar uma experiência completa de “classe executiva”. Como isso vai ser quando você encher o tanque com óleo vegetal, ainda é algo a descobrir.

Um SUV enorme antes do Q9

A razão é simples: este Q7 novo é um projeto exclusivamente a diesel. Ele traz um V6 de 3,0 litros, disponível em calibrações de 295 bhp ou 242 bhp, com ajuda de um sistema híbrido leve que inclui um motor elétrico de 24 bhp e um compressor acionado eletricamente. E, para completar, há a opção de abastecer com óleo vegetal hidrotratado (HVO). Sim, agora você ficou com vontade de uma porção de batata frita.

Mecânica do Audi Q7: V6 3,0 a diesel e híbrido leve

Sobre a parte híbrida: há um alternador de partida por correia, um motor elétrico “refinado” e uma bateria pequena. Assim, dá para rodar por “curtos períodos” apenas no modo elétrico, enquanto o compressor permanece sempre ativo, reforçando a força em médias rotações e ajudando a melhorar a eficiência.

O conjunto vem com câmbio Tiptronic de oito marchas de série e tração integral permanente (o conhecido “quattro”), como era de esperar. Também estreia um novo diferencial central de deslizamento limitado que, segundo a Audi, entrega mais tração e respostas melhores de direção - inclusive durante “mudanças rápidas e repentinas de carga”, que é um jeito educado de dizer “olha isso”.

Conforto, tecnologia e interior do novo Audi Q7

A Audi promete “conforto de rodagem excepcional” e diz que o Q7 consegue lidar com “qualquer terreno com facilidade”. A suspensão padrão é passiva, com molas de aço, mas existem como opção a suspensão a ar adaptativa e uma suspensão a ar com acerto mais esportivo. Há freios grandes, pinças de seis pistões, rodas de 20 polegadas de fábrica e possibilidade de usar até 23 polegadas - além de um volume de assistentes digno de um centro de dados: frenagem automática, alertas de tráfego, câmera de 360 graus, assistente de estacionamento… deu para entender.

Outro recurso novo é uma função de emergência que, ao detectar o motorista “inativo” ao volante, passa a conduzir automaticamente o carro até um acostamento vazio. Se a pessoa não reagir aos diversos avisos, o sistema assume e conduz o Q7 até parar em segurança.

Ele também consegue estacionar sozinho. E este modelo traz uma função curiosa: à noite, projeta as setas no chão para avisar pedestres e ciclistas sobre a direção que o Q7 pretende seguir. É isso mesmo: Audi grande. Setas dinâmicas. O trocadilho praticamente se escreve sozinho.

Ainda assim, não é exatamente um carro discreto na rua. A Audi define o visual como “musculoso” e “confiante”. Há os já obrigatórios LEDs com cara brava, a grade Singleframe, caixas de roda levemente alargadas, faixas de lanternas traseiras e uma silhueta totalmente “quadradona”. Por dentro, ele segue o que se espera de um Audi luxuoso e sofisticado: uma enorme tela panorâmica OLED, um sistema de som grande com alto-falantes nos encostos de cabeça, um novo teto panorâmico, porta-objetos, portas de carregamento, bancos confortáveis com ajustes elétricos e uma tonelada de opcionais.

Ainda quer aquele Q9?

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