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Gasolina e diesel caem de preço nesta semana, mas recuo é menor do que o previsto

Homem sorridente abastecendo carro em posto de gasolina ao ar livre durante o dia.

Nesta semana, com início em 11 de agosto, os motoristas começam com uma notícia positiva: diesel e gasolina ficaram mais baratos. Mesmo assim, no momento em que este texto foi publicado, a redução observada ainda não é tão forte quanto as projeções do setor indicavam.

Na prática, a gasolina simples 95 recua 1 centavo por litro (quando as previsões apontavam para 1,5 centavos). Já o diesel simples apresenta uma queda mais expressiva: 2,4 centavos por litro (abaixo dos 3,5 centavos estimados).

Com esses ajustes, o preço médio da gasolina simples fica em 1,696 €/l, enquanto o do diesel simples passa para 1,562 €/l.

Queda nos preços da gasolina e do diesel

Apesar do alívio no bolso, a diferença entre o que se esperava e o que efetivamente ocorreu chama atenção: a gasolina recua menos do que o projetado, e o diesel também diminui, mas aquém das previsões iniciais.

Variação nas principais redes (BP, Galp e Repsol)

Considerando apenas as principais redes de postos, as mudanças acompanham o que vinha sendo antecipado: o diesel simples baixou 3,5 centavos por litro na BP e na Galp, enquanto na Repsol a redução foi de 3 centavos. No caso da gasolina, houve queda de 1,5 centavos por litro nas três gasolineiras.

Base de cálculo: dados da DGEG

Como é habitual, a referência usada para calcular o preço dos combustíveis são os valores divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) - neste caso, os números correspondentes à sexta-feira passada, 8 de agosto.

Os montantes publicados pela DGEG já consideram tanto os descontos aplicados pelas gasolineiras quanto as medidas do governo atualmente em vigor. Ainda assim, é importante reforçar que se trata de valores médios e indicativos, que podem não coincidir com os preços efetivamente praticados em cada posto.

Medidas do governo em vigor

Desde 2022, continuam valendo as medidas do governo criadas para aliviar a alta do preço dos combustíveis, com impacto sobretudo sobre o ISP.

Neste ano, o ISP aumentou 3 centavos por litro; porém, com a redução do valor da taxa de carbono, não houve mudanças na carga tributária sobre os combustíveis.


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