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Metabolismo adormecido: o que é de verdade e o que você pode mudar

Jovem sentado à mesa com prato de salmão, abacate, folhas verdes, suco verde e livro aberto em cozinha iluminada.

Mesmo fazendo dieta, há quem não veja a balança baixar, viva com as mãos sempre frias e se sinta exausto. Aí é comum suspeitar de um “problema misterioso no metabolismo”. Em fóruns, isso rapidamente vira a ideia de “metabolismo adormecido”, como se existisse um interruptor interno simplesmente colocado em “desligado”. Do ponto de vista médico, não é assim que funciona - mas existem mudanças bem reais e mensuráveis no corpo que ajudam a explicar esse tipo de queixa. E algumas delas você consegue influenciar ativamente.

O que o metabolismo realmente é - e o que ele não é

A palavra “metabolismo” dá a impressão de algo que dá para ligar e desligar. Na prática, ela se refere ao conjunto de todos os processos bioquímicos que nos mantêm vivos. Se o metabolismo “parasse”, a gente morreria. O que pode mudar, sim, é o quanto de energia o corpo gasta por dia.

Por que parece que o metabolismo “desligou”

Quando o gasto energético diário diminui, os sinais podem lembrar um “metabolismo travado” - especialmente se isso acontece junto de cansaço e sensação constante de frio. A explicação não é um botão interno, e sim alterações no organismo que afetam o consumo de energia.

De que é feito o gasto energético diário

De forma geral, o gasto do dia a dia se divide em três componentes:

  • Taxa metabólica basal: cerca de 60–70% da energia diária, necessária para respiração, batimentos do coração e funcionamento dos órgãos em repouso.
  • Efeito térmico da alimentação:

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