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Exército dos EUA busca novos fornecedores para ampliar armamento hipersônico além do Dark Eagle

Oficial militar em sala de comando com mapas estratégicos, modelos de mísseis e documentos sobre a mesa.
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No âmbito de uma conversa com o Center for Strategic & International Studies (CSIS), o tenente-general Frank Lozano, do Exército dos EUA, indicou que a força está à procura de possíveis novos fornecedores para ampliar o seu arsenal de armamento hipersônico. A sinalização aponta para um movimento que vai além dos mísseis Dark Eagle, que seguem em processo de incorporação.

De acordo com o oficial, a motivação passa tanto pela necessidade crescente de elevar a quantidade de mísseis disponível nos estoques quanto pela intenção de diversificar o leque atual de capacidades - incluindo desde sistemas mais sofisticados até alternativas de baixo custo.

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Reunindo parte das declarações do tenente-general Lozano: “Quero poder atacar desde uma grande distância nós de comando e controle, (…) instalações de radar, (…) lançadores de mísseis balísticos. Posso fazer isso com capacidades muito avançadas para neutralizar o sinal de GPS e capacidades de ataque eletrônico, o que constitui um sistema de armas muito eficaz. Uma vez possa fazer isso, poderei me aproximar do inimigo e esmagá-lo com muita munição alternativa de baixo custo que me é muito mais acessível conseguir e com a qual posso equipar mais unidades.

Plano do Exército dos EUA: proporção 40-60 para o futuro arsenal de mísseis

Durante o evento no CSIS, Lozano afirmou que o Exército dos EUA pretende buscar uma relação 40-60 para a futura composição do arsenal de mísseis. Nessa lógica, o primeiro número representaria o percentual de mísseis de alto desempenho e alto custo, enquanto o segundo corresponderia ao percentual de munições alternativas de baixo custo mencionadas anteriormente.

Ainda assim, não há definição sobre quais tipos de armas serão comprados. Essa indefinição impede comparações mais aprofundadas, especialmente sobre quanto orçamento será necessário para financiar os novos sistemas.

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Empresas avaliadas: Castelion, Anduril e Ursa Major

Com esse direcionamento, o Exército dos EUA estaria analisando, neste momento, três empresas que poderiam oferecer novas tecnologias hipersônicas para ampliar o arsenal atual: Castelion, Anduril e Ursa Major.

A lista sugere uma postura que dá preferência a companhias que não são necessariamente as fornecedoras tradicionais mais consolidadas da instituição. Em tese, isso permitiria aproveitar suas capacidades industriais para aumentar de forma considerável o ritmo de produção, em um cenário no qual a rede de fornecimento já se encontra fortemente pressionada pelas circunstâncias atuais.

Iniciativas em andamento: Blackbeard e novos motores-foguete

Nesse contexto, veículos especializados locais relataram que a Anduril já iniciou um programa para acelerar o desenvolvimento de armamento hipersônico, empregando recursos próprios para reforçar suas capacidades caso venha a ser selecionada pelo Exército dos EUA.

Já a Castelion, segundo os relatos, estaria apresentando à força a sua família de mísseis Blackbeard. Por sua vez, a Ursa Major vem trabalhando em novos motores de foguete que poderiam ser utilizados como parte do programa que o US Army busca impulsionar.

Dark Eagle: integração em curso e mais de 12.000 milhões de dólares destinados ao desenvolvimento

Por enquanto, a instituição segue avançando com passos relevantes rumo à integração dos novos Dark Eagle, que passarão a compor o seu arsenal hipersônico. É razoável considerar que o sistema ficará inserido no segmento de altas prestações que o Exército dos EUA quer consolidar.

Em termos de histórico recente, vale lembrar que, até março deste ano, já haviam sido destinados mais de 12.000 milhões de dólares ao desenvolvimento do programa. Isso ocorreu mesmo com relatórios do Escritório do Diretor de Testes Operacionais e Avaliação (DOT&E) registrando dúvidas a respeito da letalidade do sistema.

Imagens utilizadas apenas para fins ilustrativos

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