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A edição 2026 do Exercício Multinacional Salitre, sob organização da Força Aérea do Chile (FACh), voltou a reunir forças aéreas de diferentes países em um ambiente de treinamento combinado de alta complexidade, conduzido sobretudo nas bases aéreas de Cerro Moreno, em Antofagasta, e Los Cóndores, em Iquique. Ao longo de duas semanas, tripulações e efetivos mobilizados cumpriram uma campanha aérea intensa, com foco em ampliar a interoperabilidade e aprimorar o trabalho conjunto.
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Estrutura do Exercício Multinacional Salitre 2026 e bases no Chile
Com a presença de mais de 1.500 militares e cerca de 60 aeronaves, o Salitre 2026 possibilitou a execução de operações aéreas compostas (COMAO), apoio aéreo aproximado, transporte tático, reabastecimento em voo, inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR), além de atividades com controladores aéreos avançados (JTAC) e forças especiais. O planejamento e a direção das missões ficaram sob responsabilidade do Combined Air Operations Centre (CAOC), no qual militares das diferentes forças atuaram de forma integrada.
Aeronaves e meios participantes no Salitre 2026
Entre os meios empregados, destacaram-se os caças F-16 Fighting Falcon do Chile e dos Estados Unidos, os F-39E Gripen do Brasil, os F-5 Tiger III da FACh e os A-29 Super Tucano do Chile, Colômbia e Paraguai, além de aeronaves de transporte, reabastecimento e inteligência como o C-130 Hércules, o KC-135 Stratotanker e o sistema aéreo não tripulado MQ-9 Reaper. A Força Aérea Argentina participou com os IA-63 Pampa III, um C-130 Hércules e pessoal integrado ao CAOC.
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Por meio desta galeria, a Zona Militar reúne alguns dos principais momentos registrados durante a cobertura realizada no Chile, mostrando tanto a atividade em pátio quanto as operações de voo, as etapas de planejamento e o emprego dos diferentes meios participantes. As imagens ajudam a dimensionar a escala do exercício e a variedade de capacidades reunidas nesta edição.
Com 379 missões executadas e mais de 600 horas de voo acumuladas, o Salitre 2026 voltou a se firmar como um dos mais relevantes espaços de adestramento multinacional da América Latina. Para além das operações aéreas, o exercício reforçou a importância da cooperação regional, da interoperabilidade e da troca de experiências entre as forças envolvidas.
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