Pular para o conteúdo

Motiva assegura 15ª inclusão consecutiva no ISE da B3 em 2026 e reforça a sustentabilidade

Grupo de cinco pessoas olhando para gráfico de crescimento em laptop ao lado de painéis solares em área externa.

A Motiva, que administra 17 aeroportos no Brasil - entre eles terminais relevantes como Curitiba (Afonso Pena), Goiânia, Navegantes, Foz do Iguaçu e São Luís - voltou a destacar sua agenda de sustentabilidade ao assegurar, pela 15ª vez seguida, presença no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3.

A carteira do índice para 2026 reúne 69 companhias, distribuídas em 38 setores da economia. A seleção considera critérios rigorosos relacionados a práticas ambientais, sociais e de governança, além da contribuição positiva gerada para o país.

Raquel Cardoso, vice-presidente de Pessoas, Desenvolvimento Organizacional e Sustentabilidade da Motiva, ressalta que “a sustentabilidade faz parte da estratégia da Motiva há muitos anos e, nos últimos ciclos, avançamos ainda mais com compromissos públicos para reduzir nossa pegada de carbono, aumentar a resiliência dos ativos frente às mudanças climáticas e proteger a biodiversidade nos territórios onde atuamos. Estar novamente no ISE reforça que essa agenda está no centro das nossas decisões de negócio e gera impactos concretos para as comunidades.”

Motiva no ISE da B3 e governança de sustentabilidade

Nos últimos três anos, a empresa intensificou a execução de iniciativas sustentáveis. Em 2023, tornou-se a primeira do setor de infraestrutura de mobilidade no Brasil a ter metas de redução de emissões validadas pela Science Based Targets initiative (SBTi).

Essas ações são monitoradas pelo Comitê Interno de Sustentabilidade, composto por integrantes da diretoria-executiva e patrocinadores dos cinco pilares do eixo “Liderança Sustentável”, que integra a estratégia Ambição 2035 da companhia.

Metas climáticas e descarbonização da operação

O pacote de compromissos aprovado prevê reduzir em 59% as emissões dos escopos 1 e 2 e em 27% as do escopo 3 até 2033, tomando 2019 como ano-base. Em 2025, a Motiva já ultrapassou o objetivo referente aos escopos 1 e 2, ao antecipar uma queda de 61% nas emissões diretas e ligadas ao consumo de energia elétrica, reforçando a efetividade do plano climático adotado.

Como parte do esforço de descarbonização, a Motiva direcionou investimentos relevantes para energia renovável. Desde o começo de 2024, 100% da eletricidade usada em seus ativos de aeroportos, rodovias e trilhos passou a vir de fontes limpas, combinando geração própria, migração para o mercado livre e aquisição de certificados I-RECs.

Além disso, a companhia adotou biocombustíveis na frota leve, estruturou planos para eletrificar gradualmente veículos operacionais, ampliou o uso de combustíveis de baixo carbono em veículos que não podem ser eletrificados e implementou melhorias de eficiência energética em vagões e instalações.

Biodiversidade, créditos de carbono, “No Net Loss” e TNFD

No pilar ambiental, a Motiva também atua no mercado de créditos de carbono. Em parceria com a Reservas Votorantim, adquiriu cerca de 94 mil créditos provenientes da reserva Legado das Águas, considerada a maior reserva privada de Mata Atlântica do Brasil. Em 2024, aproximadamente 5 mil créditos foram aplicados para compensar 8,5% das emissões de escopo 1 da companhia.

Em 2025, a empresa incorporou o princípio “No Net Loss”, voltado a evitar, reduzir e compensar impactos ambientais para assegurar um saldo neutro ou positivo para os ecossistemas. Ainda em 2025, tornou-se a primeira organização de infraestrutura de mobilidade da América do Sul a aderir ao Taskforce on Nature-related Financial Disclosures (TNFD).

Investimento social e desenvolvimento da cadeia de fornecedores

Na dimensão social, o Instituto Motiva assumiu o compromisso de investir R$ 1 bilhão até 2035. O foco está em três frentes estratégicas: Soluções Sustentáveis, com ações para incentivar cidades mais verdes e resilientes; Redução das Desigualdades, voltada à democratização do acesso à cultura e à educação; e Qualidade de Vida, com projetos nas áreas de saúde e esporte. Entre 2023 e 2025, R$ 231 milhões já foram direcionados para essas iniciativas.

Em relação aos fornecedores, 65% da cadeia está aderente ao Programa de Contratações Sustentáveis da Motiva, e 182 fornecedores passaram por capacitação em integridade e em temas ESG.

A Motiva também figura entre as fundadoras da Coalizão para a Descarbonização dos Transportes, que congrega 121 entidades e propõe medidas capazes de reduzir em até 70% as emissões do setor até 2050, além de impulsionar investimentos verdes estimados em R$ 600 bilhões no Brasil.

Comentários

Ainda não há comentários. Seja o primeiro!

Deixar um comentário