Aqui, o Dacia Duster é visto como o símbolo do pragmatismo e do custo-benefício. Já na Índia, a história muda. A Renault apresentou uma nova geração do Duster voltada ao mercado indiano e, embora a proposta lembre a europeia, o pacote oferecido faz o “nosso” parecer o parente pobre da família.
Plataforma, dimensões e acerto de chassi do Duster indiano
As mudanças aparecem já na base. O modelo utiliza uma adaptação local da plataforma CMF-B - a mesma do Dacia Duster -, porém com medidas um pouco diferentes e um chassi ajustado às condições das estradas indianas. Na prática, por exemplo, os ângulos de ataque e de saída são mais favoráveis.
Interior mais moderno e tecnologia com base Google
Por dentro, as divergências ficam ainda mais claras. A versão indiana adota um painel alinhado ao que a Renault vem aplicando em seus SUVs mais recentes, com telas maiores, sistema operacional com base Google, console central mais alto e materiais com melhor acabamento.
Motorizações: gasolina turbo e híbrido de 160 cv
O SUV chega com três opções de motorização: 1,0 litro a gasolina, turbo, com 100 cv; 1,3 litro, turbo, com 160 cv; e a estreia, na Índia, do conjunto híbrido de 160 cv que já existe na Europa.
Pré-venda aberta e peso do nome Duster na Índia
Os preços finais ainda não foram divulgados, mas as pré-encomendas já começaram. A expectativa é alta: afinal, o Duster foi o pioneiro do segmento na Índia. O nome tem tanta força que a Renault optou por não colocar o seu logotipo na dianteira do SUV, exibindo apenas a inscrição com o próprio nome.
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