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Saúde e Bem-estar

7 sinais de baixa ingestão de fibras alimentares

Jovem sentado à mesa com expressão de dor abdominal enquanto escolhe alimentos em prato.
Neste artigo
  1. 1. Prisão de ventre
  2. 2. Sensação frequente de fome
  3. 3. Inchaço abdominal
  4. 4. Alterações nos níveis de açúcar no sangue
  5. 5. Dificuldade para controlar o colesterol
  6. 6. Ganho de peso
  7. 7. Cansaço e indisposição
  8. Cuidados ao aumentar a ingestão de fibras

Encontradas em frutas, verduras, legumes, sementes e cereais integrais, as fibras alimentares têm papel central na saúde intestinal e no bom funcionamento do organismo. Elas favorecem a digestão, ajudam no controle da glicemia e aumentam a sensação de saciedade. Ainda assim, é comum que a ingestão desse nutriente fique abaixo do ideal - e o corpo pode demonstrar isso por meio de diferentes sinais.

De acordo com a gastroenterologista Jéssica Maria Felipe da Silva, coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera, uma alimentação baseada em ultraprocessados e com pouco espaço para alimentos in natura tende a aumentar a chance de deficiência de fibras. “Muitas pessoas não percebem que estão consumindo menos fibras do que o recomendado. O organismo costuma dar alguns sinais de que algo não está funcionando adequadamente”, explica.

Mesmo com a recomendação mínima de 25 g de fibras por dia feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo do brasileiro, em média, fica por volta de 10 a 15 g diários. Veja, a seguir, indícios que podem apontar baixa ingestão de fibras.

1. Prisão de ventre

A dificuldade para evacuar está entre as manifestações mais frequentes quando faltam fibras na rotina. Isso acontece porque elas aumentam o volume das fezes e contribuem para um trânsito intestinal mais eficiente.

2. Sensação frequente de fome

As fibras ajudam a manter a saciedade por mais tempo. Quando aparecem em pouca quantidade na dieta, torna-se comum sentir fome novamente pouco depois de comer.

3. Inchaço abdominal

Se, em alguns casos, o excesso de fibras pode causar desconforto, a falta delas também pode pesar contra o equilíbrio da microbiota intestinal e favorecer gases e distensão na região abdominal.

4. Alterações nos níveis de açúcar no sangue

Ao desacelerar a absorção de glicose, as fibras colaboram para evitar picos de açúcar no sangue após as refeições.

5. Dificuldade para controlar o colesterol

Uma alimentação com poucas fibras pode atrapalhar o controle do colesterol, elevando o risco de problemas cardiovasculares.

6. Ganho de peso

Por ampliarem a saciedade, alimentos ricos em fibras costumam ajudar a reduzir o consumo exagerado de calorias. Quando há deficiência do nutriente, o controle do peso corporal pode ficar mais difícil.

7. Cansaço e indisposição

Uma dieta desequilibrada e com baixo teor de fibras pode afetar a saúde intestinal e, como consequência, repercutir na disposição e no bem-estar de modo geral.

Cuidados ao aumentar a ingestão de fibras

Segundo Jéssica Maria Felipe da Silva, elevar o consumo de fibras exige progressão gradual e deve vir acompanhado de boa ingestão de água. “Frutas, legumes, verduras, aveia, feijões, chia e linhaça são exemplos de alimentos que podem ser incorporados à rotina alimentar. Pequenas mudanças já fazem diferença para a saúde”, orienta.

A nutricionista reforça que, se os sintomas continuarem ou se houver alterações relevantes no funcionamento intestinal, é essencial buscar orientação profissional para uma avaliação individualizada.

Por Priscila Dezidério

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Mariana Figueiredo Nascimento

Engenheira eletricista e especialista em transição energética, com atuação em projetos de geração solar e eólica, armazenamento e integração à rede no Brasil. No newenergybrasil.com, acompanha tendências, políticas públicas e inovação em energias renováveis, com foco em eficiência, descarbonização e oportunidades para o mercado brasileiro.

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