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Defesa

NAM Atlântico integra a Operação ADEREX 2026 no porto de Santos

Submarino preto em primeiro plano e corveta da Marinha do Brasil com pessoas a bordo em porto.
Neste artigo
  1. Concentração de meios no porto de Santos
  2. Fragata Tamandaré (F200) ganha destaque na ADEREX 2026
  3. Treinamentos conduzidos na ADEREX 2026
  4. Submarino Tikuna (S34) atrai olhares na entrada de Santos

Após dar início ao seu desdobramento para a Operação ADEREX 2026, o NAM Atlântico passou a integrar uma das mais relevantes atividades anuais de adestramento da Marinha do Brasil. Na condição de navio-capitânia da Esquadra, ele compõe uma força com navios de superfície, submarinos, aeronaves e o componente de Fuzileiros Navais, voltada a sustentar um alto grau de prontidão operacional para distintos cenários de emprego.

Concentração de meios no porto de Santos

Parte dos meios navais foi concentrada no porto de Santos, de onde partem diferentes ações vinculadas ao exercício. Além do NAM Atlântico (A140), foram destacados a nova fragata Tamandaré (F200), as fragatas classe Niterói Defensora (F41) e União (F45), o patrulheiro oceânico Apa (P121) e o submarino Tikuna (S34). Durante a estadia no maior complexo portuário da América Latina, o Atlântico também recebeu visitantes, abrindo ao público no Complexo Naval do Porto de Santos.

Fragata Tamandaré (F200) ganha destaque na ADEREX 2026

Um dos pontos que mais chamou atenção no desdobramento foi a presença da fragata Tamandaré (F200), oficialmente incorporada à Esquadra em abril deste ano, na Base Naval do Rio de Janeiro. A participação na ADEREX 2026 marca uma de suas primeiras comissões operacionais e sua estreia em um exercício desse porte, etapa considerada essencial no processo de integração da primeira unidade da nova classe de fragatas destinada a modernizar o núcleo da força de superfície da Marinha do Brasil.

Treinamentos conduzidos na ADEREX 2026

Na ADEREX 2026, as tripulações realizam treinamentos voltados ao aprimoramento de procedimentos de defesa antiaérea, guerra antissubmarino, combate de superfície, operações anfíbias, comunicações táticas, manobras coordenadas e proteção de unidades de alto valor. Exercícios desse tipo ajudam a consolidar a interoperabilidade entre os diversos componentes da Esquadra - navios, submarinos, aeronaves navais e tropas de Fuzileiros Navais - por meio de cenários que reproduzem condições próximas às de uma operação real.

Submarino Tikuna (S34) atrai olhares na entrada de Santos

Outro protagonista do desdobramento foi o submarino Tikuna (S34), cuja passagem pelo canal de acesso ao porto de Santos despertou curiosidade de moradores, turistas e praticantes de esportes náuticos. A presença da unidade evidenciou o emprego do componente submarino na ADEREX 2026, exercício que reúne navios de superfície, submarinos, aeronaves navais e Fuzileiros Navais para adestrar operações conjuntas e reforçar a capacidade de resposta da Esquadra em cenários de alta complexidade.

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Mariana Figueiredo Nascimento

Engenheira eletricista e especialista em transição energética, com atuação em projetos de geração solar e eólica, armazenamento e integração à rede no Brasil. No newenergybrasil.com, acompanha tendências, políticas públicas e inovação em energias renováveis, com foco em eficiência, descarbonização e oportunidades para o mercado brasileiro.

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