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Retorno do USS St. Louis (LCS 19) a Mayport
O navio de combate litorâneo USS St. Louis (LCS 19), na variante Freedom, retornou à Estação Naval de Mayport em 10 de novembro de 2025, após concluir um desdobramento de reforço no Golfo de América sob o Comando Norte dos EUA (USNORTHCOM). Durante a missão, a unidade atuou com os “Valkyries” do Esquadrão de Ataque Marítimo de Helicópteros (HSM) 50, destacamento 5, além de levar embarcado um destacamento de aplicação da lei da Guarda Costeira (LEDET) 408.
Missões no Golfo de América sob o USNORTHCOM
Os meios da Marinha dos EUA empregados sob a autoridade marítima do USNORTHCOM operam dentro do escopo da defesa do território nacional, com integrantes da Guarda Costeira a bordo para conduzir missões de interdição marítima voltadas a impedir o tráfico de drogas e outras atividades ilícitas. Esse comando também atua em coordenação com o Departamento de Segurança Interna, com o objetivo de ampliar as capacidades da Alfândega e Proteção de Fronteiras na fronteira sul por meio de apoio militar adicional.
“O time do St. Louis é grato pela oportunidade de apoiar e defender a pátria”, declarou o comandante Lee Shewmake, oficial comandante do USS St. Louis (LCS 19). “Estamos sempre prontos para demonstrar o compromisso dos Estados Unidos com a cooperação internacional e o apoio à segurança e prosperidade regional. Nossos oficiais e marinheiros a bordo valorizam cada oportunidade de colaborar com nossos parceiros, fortalecendo a interoperabilidade e os objetivos compartilhados na área”, acrescentou.
Ao longo do desdobramento, o St. Louis contribuiu para a missão do USNORTHCOM de restaurar a integridade territorial na fronteira sul, intensificando esforços marítimos de segurança e a cooperação interagências. A operação espelhou a prioridade do Departamento de Guerra e da Marinha na proteção nacional, por meio de uma resposta coordenada diante de ameaças como terrorismo marítimo, proliferação de armas, crime transnacional, pirataria, destruição ambiental e imigração ilegal por via marítima.
“A Marinha dos Estados Unidos parabeniza a tripulação do St. Louis pelo desdobramento em apoio à missão do Comando Norte”, afirmou o capitão Wade Smith, comodoro do Esquadrão de Navios de Combate Litorâneo 2. “O St. Louis reforçou o compromisso de nossa nação com a segurança de fronteiras e a interoperabilidade com nossos parceiros e aliados.”
O navio também cumpriu determinações associadas a ordens executivas presidenciais e à declaração de emergência nacional que definiram o papel militar na proteção da integridade territorial dos Estados Unidos. Em paralelo, o destacamento da Guarda Costeira embarcado executou missões de interdição marítima, operações de combate, interdição migratória, proteção de forças militares, contraterrorismo e resposta humanitária.
Capacidades da classe Littoral Combat Ship (LCS)
O USS St. Louis integra o Esquadrão de Navios de Combate Litorâneo 2 e tem sua base em Mayport, Flórida. A classe Littoral Combat Ship (LCS) foi concebida para operar em ambientes litorâneos, combinando alta manobrabilidade com capacidade de enfrentar ameaças contemporâneas. Esses navios podem atuar de forma independente ou integrados a uma força de combate em rede, ao lado de unidades maiores, como cruzadores e destróieres.
Contexto regional: USS Gerald R. Ford (CVN-78) no Caribe
A volta do St. Louis ocorre em meio ao aumento da presença naval dos EUA no hemisfério ocidental. Sob o Comando Sul (USSOUTHCOM), o porta-aviões de propulsão nuclear USS Gerald R. Ford (CVN-78) e seu grupo de ataque estão operando em águas do Caribe. De acordo com o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, “a presença reforçada de forças americanas na área de responsabilidade do USSOUTHCOM fortalecerá a capacidade dos Estados Unidos de detectar, monitorar e desarticular os atores e atividades ilícitas que comprometem a segurança e a prosperidade do território nacional”.
Assim, tanto o desdobramento do St. Louis no Golfo de América quanto a presença do USS Gerald R. Ford no Caribe integram um esforço conjunto voltado a ampliar as capacidades de vigilância marítima, interdição e cooperação regional dentro da estratégia de defesa dos EUA para o hemisfério ocidental.
Imagens meramente ilustrativas.
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