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USS Gerald R. Ford (CVN-78) no Caribe com F/A-18E Super Hornet na Operação Lança do Sul

Caça F-18 decolando de um porta-aviões com equipe de convés e barcos ao fundo no mar.

Porta-aviões USS Gerald R. Ford (CVN-78) no Caribe

O USS Gerald R. Ford (CVN-78), o porta-aviões de propulsão nuclear mais moderno e avançado em serviço na Marinha dos Estados Unidos (US Navy), segue operando no Caribe com o emprego de caças F/A-18E Super Hornet de seus esquadrões embarcados. Uma dessas aeronaves foi registrada durante a aproximação para pouso no convés de voo do navio, enquanto forças norte-americanas atuam em apoio à campanha “Operação Lança do Sul”.

Missão sob o USSOUTHCOM e foco contra TCOs

O Grupo de Ataque do porta-aviões, juntamente com seus navios de escolta, deu início formal às atividades dentro da área de responsabilidade do Comando Sul dos EUA (USSOUTHCOM). O deslocamento faz parte da estratégia dos Estados Unidos para ampliar a presença naval no hemisfério ocidental e sustentar ações voltadas à interdição e ao desmonte de Organizações Criminosas Transnacionais (TCOs) que operam na América Central e na América do Sul.

As operações começaram após a determinação emitida pelo Secretário da Guerra, Pete Hegseth, orientando que o Grupo de Ataque apoiasse a diretriz presidencial destinada a enfrentar as TCOs e o narco-terrorismo. “Por meio de um compromisso inabalável e do emprego preciso de nossas forças, estamos preparados para combater as ameaças transnacionais que buscam desestabilizar nossa região”, declarou o almirante Alvin Holsey, comandante do SOUTHCOM. “O deslocamento do Grupo de Ataque do Porta-Aviões USS Gerald R. Ford representa um passo fundamental para reforçar nossa determinação de proteger a segurança do hemisfério ocidental e a segurança da pátria norte-americana”, acrescentou.

A chegada do porta-aviões ao Caribe sinaliza uma nova etapa do desdobramento. Em 24 de outubro, o Secretário da Guerra ordenou que o grupo deixasse o Mediterrâneo e seguisse para a área de responsabilidade do SOUTHCOM. Em 4 de novembro, o USS Gerald R. Ford cruzou o Estreito de Gibraltar escoltado pela fragata espanhola Numancia (F-83), concluindo o trânsito rumo ao Atlântico ocidental.

Manobras com B-52H e F/A-18E/F Super Hornet

Nesse cenário, em 13 de novembro, o porta-aviões e um bombardeiro estratégico B-52H Stratofortress realizaram manobras conjuntas em apoio às operações do SOUTHCOM. Participaram da atividade oito F/A-18E/F Super Hornet do Grupo Aéreo Embarcado Nº 8, com aeronaves adicionais provenientes dos esquadrões 31, 37, 87 e 213.

Segundo informações do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, os Super Hornet operaram em conjunto com o B-52H como parte de uma força conjunta multidomínio, evidenciando a capacidade do Grupo de Ataque de coordenar-se com plataformas aéreas estratégicas de longo alcance. A ação incluiu sequências táticas e exercícios de interoperabilidade, com a participação também do destróier USS Bainbridge (DDG-96), da classe Arleigh Burke Flight IIA.

Com a permanência no Caribe, o USS Gerald R. Ford continua a integrar operações de vigilância, interdição marítima e combate a redes criminosas transnacionais, em linha com os objetivos definidos pelo SOUTHCOM para a região.

Imagem de capa meramente ilustrativa.

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