O que muda no Super Mustang Mach-E
A base pode até ter sido o Mustang Mach-E, mas quase nada dele sobrou - além do nome e dos faróis nas duas extremidades, que mantêm a mesma assinatura luminosa.
Visualmente, as diferenças para a F-150 Lightning SuperTruck são claras. O Super Mustang Mach-E é mais baixo do que os modelos usados nas edições anteriores e traz um splitter que é (quase) tão grande quanto a asa traseira, sustentada por suportes no estilo “pescoço de ganso”.
Também chamam atenção o difusor traseiro enorme, as saias laterais bem marcadas e o para-choque dianteiro com uma grande entrada de ar central.
De acordo com a Ford, esse pacote aerodinâmico permite ao elétrico gerar 2779 kg de força descendente - 58 kg a mais do que a Ford F-150 Lightning SuperTruck e cerca de 800 kg (!) acima da SuperVan 4.2.
Em potência, ainda não há números oficiais sobre o que este modelo será capaz de entregar. Ainda assim, se seguir a receita dos anteriores, é possível que use três motores elétricos e passe de 1029 kW (1400 cv).
Romain Dumas ao volante
Assim como nos últimos dois anos, quem vai pilotar o Ford Super Mustang Mach-E será Romain Dumas, detentor do recorde da categoria Pikes Peak Open, definido em 2019 com o tempo final de 8min47,682s.
Segundo a Ford, Dumas tentará repetir o feito de King of The Mountain 2024 na edição deste ano, marcada já para o próximo dia 22 de junho.
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