O que muda no Super Mustang Mach-E
A cada nova edição do Pikes Peak International Hill Climb (PPIHC) - a tradicional prova de contra-relógio nos EUA - a Ford costuma aparecer com um projeto fora da curva. E, como já virou hábito, a marca chega novamente preparada para encarar a famosa “corrida às nuvens”.
Depois de ter levado uma “super-carrinha” elétrica (2023) e uma “super pick-up” (2024), a oval azul volta a apostar num modelo 100% elétrico para esta edição: o Super Mustang Mach-E, inspirado no Ford Mach-E de produção.
A inspiração pode ter partido do Mustang Mach-E, mas quase nada ficou dele - com exceção do nome e dos faróis nas duas extremidades, que mantêm a mesma assinatura luminosa.
No visual, as diferenças em relação à F-150 Lightning SuperTruck saltam aos olhos. O Super Mustang Mach-E é mais baixo do que os modelos usados nas edições anteriores e traz um splitter que é (quase) tão grande quanto a asa traseira, sustentada por suportes no formato “pescoço de ganso”.
Chamam atenção ainda o enorme difusor traseiro, as saias laterais bem marcadas e o para-choques dianteiro com uma grande abertura central.
Segundo a Ford, esse conjunto aerodinâmico permite ao elétrico gerar 2779 kg de força descendente - mais 58 kg do que a Ford F-150 Lightning SuperTruck e cerca de 800 kg (!) a mais do que a SuperVan 4.2.
Em termos de potência, a marca ainda não revelou quanto este modelo vai entregar. Mas, seguindo o padrão dos anteriores, é possível que venha com três motores elétricos e produza mais de 1029 kW (1400 cv).
Romain Dumas ao volante
Tal como nos últimos dois anos, quem vai guiar o Ford Super Mustang Mach-E será Romain Dumas, detentor do recorde da categoria Pikes Peak Open, estabelecido em 2019, com o tempo de 8min47,682s.
De acordo com a Ford, Dumas vai tentar repetir a vitória de King of The Mountain 2024 na edição deste ano, marcada para o próximo dia 22 de junho.
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Deixar um comentário