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Pelos no queixo em mulheres: causas e sinais para investigar

Mulher olhando no espelho enquanto remove pelos faciais com pinça em ambiente iluminado e tranquilo.

A idade e a genética costumam estar por trás desse quadro com mais frequência, mas há várias outras razões que exigem atenção e merecem um olhar mais cuidadoso. Confira.

Quando os pelos no queixo são algo comum

É relativamente normal que algumas mulheres notem o surgimento de pelos no queixo. Na maior parte das vezes, eles só ficam aparentes quando você observa o rosto bem de perto no espelho - e, em geral, não indicam nada grave.

Por que vale ficar atenta

Ainda assim, a dermatologista norte-americana Dendy Engelman afirmou à revista norte-americana "Glamour" que é importante manter a atenção: pelos no queixo podem, em alguns casos, sinalizar um desequilíbrio relevante no organismo - algo que precisa ser investigado.

Como lidar com os pelos indesejados

Se não houver nenhuma condição de saúde associada, você pode optar por remover os pelos com depilação ou apenas clareá-los. Para quem busca um resultado mais duradouro, também existe a possibilidade de fazer remoção a laser.

Possíveis causas de pelos no queixo que você deve investigar

  • Genética: se sua mãe ou avó costumam ter pelos crescendo no queixo, é esperado que isso também aconteça com você a partir de certa idade.
  • Desequilíbrio hormonal: os hormônios frequentemente explicam mudanças e sinais incomuns no corpo. Nesse caso, pode haver excesso de hormônios sexuais masculinos, chamados andrógenos.
  • Idade: é bem provável que surjam mais pelos no queixo por volta dos 70, 80 ou 90 anos. Eles também podem aparecer antes, especialmente durante a menopausa.
  • Síndrome do ovário policístico: conhecida pela sigla SOP, essa condição afeta de forma importante a saúde reprodutiva e o equilíbrio hormonal. Ter pelos no queixo não costuma ser o único indício. Se, além disso, houver menstruação irregular, dificuldade para perder peso e infertilidade, o mais indicado é procurar um médico.
  • Síndrome de Cushing: é causada pelo excesso de cortisol (o hormônio do estresse) no sangue. Em alguns casos, pode estar relacionada ao uso de certos medicamentos para artrite ou asma. Entre os sintomas, além do crescimento de pelos, estão estrias, ganho de peso e diabetes tipo 2.
  • Hiperplasia adrenal congênita: trata-se de uma condição genética geralmente identificada no nascimento. Ela envolve alterações no funcionamento das glândulas adrenais, localizadas acima dos rins, responsáveis por produzir hormônios essenciais ao organismo, como o cortisol e a aldosterona. É extremamente rara.
  • Gravidez ou controle de natalidade: a gravidez provoca mudanças marcantes no corpo e pode favorecer o crescimento excessivo de pelos. Na maioria das vezes, é algo temporário e sem motivo para preocupação.

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