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USS Tripoli e 31ª MEU concluem intenso destacamento de seis meses

Militares revisam mapas no convés de um porta-aviões com avião e helicóptero ao fundo durante o pôr do sol.

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O navio de assalto anfíbio USS Tripoli (LHA-7) e a 31ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais (MEU) encerraram um exigente destacamento de seis meses nas áreas de responsabilidade da Sétima e da Quinta Frotas da Marinha dos Estados Unidos. Ao término da missão, os fuzileiros navais desembarcaram em Okinawa, concluindo uma operação que reuniu exercícios multinacionais no Indo-Pacífico, missões de combate e apoio logístico no Oriente Médio.

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O Grupo Anfíbio de Prontidão do USS Tripoli

O Grupo Anfíbio de Prontidão (ARG) do Tripoli reuniu o USS Tripoli, o navio de transporte anfíbio USS New Orleans (LPD-18) e o navio de desembarque USS Rushmore (LSD-47). Em conjunto com os militares da 31ª MEU, a formação ofereceu meios para conduzir operações anfíbias, aéreas e terrestres em diferentes contextos, atendendo tanto a demandas de adestramento quanto de combate.

Do exercício Iron Fist às operações no Oriente Médio

O destacamento teve início no Indo-Pacífico, onde o grupo anfíbio tomou parte no exercício bilateral Iron Fist 26 ao lado da Força de Autodefesa do Japão. A programação abrangeu treinamento de combate urbano, apoio aéreo aproximado, operações anfíbias e assaltos aerotransportados, buscando ampliar a interoperabilidade entre os dois países.

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Mais tarde, a força naval seguiu para a área de responsabilidade do Comando Central dos EUA (CENTCOM), assumindo funções operacionais. Desde sua chegada ao Oriente Médio, em março, o ARG do Tripoli executou missões de segurança marítima no norte do Mar Arábico, ajudando a proteger rotas estratégicas e apoiando operações conjuntas com recursos de mobilidade, inteligência e sustentação logística.

Um destacamento de intensa atividade operacional

Ao longo dos seis meses de missão, o grupo anfíbio registrou mais de 1.600 horas de voo sem incidentes, entre elas operações de combate com ataques de precisão. Também transportou mais de 800.000 libras de carga (aproximadamente 363 toneladas), deslocou cerca de 5.000 militares e reabasteceu mais de 300 aeronaves em solo e em voo. Além disso, prestou apoio de inteligência às forças conjuntas posicionadas no teatro de operações.

Ao analisar o destacamento, o comandante da 31ª MEU, coronel Chris Niedziocha, ressaltou que a unidade comprovou a capacidade de uma Força-Tarefa Ar-Terra dos Fuzileiros Navais (MAGTF) permanentemente destacada de se adaptar com rapidez à transição entre um ambiente de treinamento e operações reais de combate. De modo semelhante, o comodoro do Esquadrão Anfíbio 11, capitão Timothy R. Carter, enfatizou a resiliência e o profissionalismo das tripulações em uma missão marcada pelo ritmo dinâmico e pela alta exigência operacional.

Capacidades do USS Tripoli da classe America

Mesmo após o encerramento do destacamento, o USS Tripoli segue se firmando como um dos principais representantes da classe America, projetada para operar aeronaves de quinta geração F-35B Lightning II, convertiplanos MV-22 Osprey, helicópteros CH-53K King Stallion, AH-1Z Viper e UH-1Y Venom. Sua missão mais recente voltou a evidenciar a versatilidade desses navios, capazes de projetar poder aeronaval e anfíbio do Indo-Pacífico ao Oriente Médio em resposta às necessidades operacionais da Marinha e do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos.

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