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A versão furtiva do caça KAI KF-21 pode ser incorporada em meados da década de 2030

Caça militar cinza estacionado em pista com piloto em uniforme verde e capacete branco apontando para a aeronave.
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No contexto de uma série de conferências e seminários realizados pela Força Aérea da Coreia do Sul, foi indicado que a versão furtiva do caça KAI KF-21 só poderia ser incorporada em meados da década de 2030, como parte de um desenvolvimento posterior à variante Block II. Conforme analistas locais, a novidade integra os planos de longo prazo da instituição para adquirir aeronaves e modernizar suas capacidades atuais, embora o desenvolvimento de diferentes versões do caça produzido no país já seja debatido há anos.

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Versão furtiva KF-21EX e redução da assinatura de radar

Em mais detalhes, a Coreia do Sul prevê o surgimento dessa nova versão furtiva, atualmente também chamada de KF-21EX, quando a KAI conseguir integrar tecnologias capazes de diminuir a assinatura de radar na banda X e estabelecer o projeto de um novo compartimento interno de armamentos. Em ambos os casos, são aspectos que já passaram por testes no programa LOWUS (Sistema de UAV Ala Parceira de Baixa Observabilidade).

Além disso, a fabricante seguirá desenvolvendo atualizações de aviônica e novas capacidades para permitir que os caças operem ao lado de drones de combate colaborativo, uma tendência já vista em outras Forças Aéreas pelo mundo. Como exemplo, vale mencionar os Estados Unidos, que, ao longo de junho, avançaram na concessão de contratos que viabilizarão a produção de novos sistemas não tripulados e softwares para ampliar sua autonomia.

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Por outro lado, retomando o que foi mencionado sobre a versão EX do caça KF-21, é importante recordar que a KAI já apresentou oficialmente seu projeto conceitual para equipar o modelo básico com o citado compartimento interno de armamentos. Como noticiamos anteriormente, a empresa pretende que cada aeronave possa transportar mísseis ar-ar BVR Meteor fabricados pela MBDA, o míssil de longo alcance da LIG Nex1, bombas GBU-39 e aquelas que deverão ser novas bombas GBU-31 JDAM de 2.000 libras, ampliando sua capacidade de atacar posições terrestres fortificadas.

Guerra eletrônica e a futura variante KF-21 EJ

Por fim, também deve ser considerado que a Força Aérea da Coreia do Sul estaria aguardando o desenvolvimento de outra versão do KF-21 voltada à guerra eletrônica, identificada nas apresentações como EJ. Embora suas características ainda não sejam conhecidas em profundidade, tudo indica que será uma plataforma com função e capacidades semelhantes às de um caça EA-18G Growler, empregado tanto pelos Estados Unidos quanto pela Austrália em missões que exigem a supressão de defesas inimigas. Até agora, a instituição apenas informou que a aeronave teria novos sensores infravermelhos e eletro-ópticos, que ofereceriam cobertura de 360° para ampliar a consciência situacional do piloto.

Imagens utilizadas apenas para fins ilustrativos

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