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Bombardeiros russos Tu-22M3 realizam nova patrulha no Mar Báltico

Avião militar cinza voando sobre o mar próximo a uma costa com navios ao fundo.

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Os bombardeiros russos de longo alcance Tu-22M3, equipados com mísseis antinavio, realizaram novas patrulhas no Mar Báltico em uma missão de mais de quatro horas sobre águas internacionais. Conduzida pelas Forças Aeroespaciais da Rússia (VKS), a operação teve escolta de caças Su-35S. Em diferentes trechos da rota, aeronaves de outros países acompanharam de perto o voo dos bombardeiros.

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Patrulha de mais de quatro horas no Mar Báltico

Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, os Tu-22M3 executaram um voo programado sobre águas neutras do Mar Báltico que durou mais de quatro horas. As tripulações dos caças Su-35S das Forças Aeroespaciais da Rússia (VKS) ficaram encarregadas da escolta, enquanto aviões de combate de outros Estados acompanharam os bombardeiros em determinadas fases do trajeto.

O ministério informou ainda que as tripulações da aviação de longo alcance realizam regularmente voos sobre águas internacionais no Ártico, no Atlântico Norte, no oceano Pacífico e no Mar Báltico. Também declarou que todas as missões das aeronaves das Forças Aeroespaciais da Rússia (VKS) ocorrem em estrita conformidade com as normas internacionais de utilização do espaço aéreo.

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Continuidade das operações da aviação estratégica russa

A nova missão acontece poucos meses após outra sequência de patrulhas conduzida em abril de 2026, quando bombardeiros Tu-22M3 armados com mísseis de cruzeiro voaram durante dois dias seguidos sobre o Mar Báltico. Na ocasião, os aviões foram monitorados por caças da OTAN: Gripen da Força Aérea Sueca no primeiro dia e aeronaves francesas e romenas destacadas na Lituânia no segundo.

Mísseis Kh-22N/Kh-32 em missões anteriores

De acordo com dados reunidos por fontes de inteligência de fontes abertas (OSINT), aqueles bombardeiros levavam mísseis de cruzeiro supersônicos Kh-22N/Kh-32, que supostamente eram variantes inertes utilizadas em exercícios de treinamento. A análise considerou as faixas pretas visíveis ao redor das ogivas, uma característica que, em ocasiões anteriores, foi relacionada a munições não preparadas para uso em combate.

Imagens obtidas do Ministério da Defesa da Rússia.

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