Tamanho e capacidade de carga da Skoda Superb perua
O que é isso?
Trata-se da versão perua da terceira geração do Skoda Superb - o que, na prática, significa ainda mais espaço pelo seu dinheiro.
Sério? Qual é o tamanho?
Ela é enorme. No banco traseiro, sobra pelo menos 157 mm de espaço para as pernas - em outras palavras, dá para imaginar quatro jogadores de basquete viajando na Superb perua com pouquíssimas reclamações.
Na traseira, como era de se esperar, há um porta-malas quase cavernoso: são 660 litros com os bancos em uso e 1.950 litros com eles rebatidos. É mais do que numa Mercedes-Benz Classe E perua. E, se você abaixar o banco do passageiro dianteiro, ainda consegue transportar objetos de até 3.1 metros de comprimento - então, a menos que você seja algum tipo de gigante de conto de fadas, é difícil criticar o espaço da Skoda.
Visual e proposta além do “carro para carregar coisas”
Então o único motivo para comprar uma é levar carga?
De jeito nenhum. A nova Superb é um carro muito bonito, com linhas bem definidas e um estilo limpo. Esta perua elegante é, disparado, a interpretação mais atraente até hoje do maior modelo da Skoda; e funciona muito bem até na cor branca, apesar de toda a área de carroceria.
Cabine, acabamento e equipamentos
E por dentro, como é?
A cabine não é só espaçosa: também passa uma sensação de qualidade elevada. Mesmo as versões S, de entrada, já trazem bastante conteúdo, enquanto mais acima na gama aparecem itens como sistema de som Canton com 10 alto-falantes e sintonizador de TV. Os preços começam em £19,840 e vão até £35,940, embora a maior parte das configurações fique na faixa dos vinte e poucos mil.
Motores disponíveis e o que a Skoda chama de “performance”
Quais são as opções de motor?
Há escolhas já conhecidas do Grupo Volkswagen, mas, de forma curiosa - mesmo que a procura no Reino Unido deva ser pequena - existem duas versões a gasolina com proposta “de desempenho”.
Por que você colocou a palavra desempenho entre aspas?
Porque elas não recebem emblemas nem detalhes visuais que as diferenciem do restante da linha. A primeira usa o motor 2.0 de 217bhp do Octavia vRS, enviando força às rodas dianteiras por um câmbio DSG de dupla embreagem com seis marchas. Já existe também uma versão 4x4 com o 2.0 de 276bhp que você encontra num Seat Leon Cupra - e ela também vem com DSG.
Ao volante: rapidez com refinamento
Ela é empolgante de dirigir?
Ah… não muito. Ela é, sem dúvida, rápida: o 0–100 km/h (equivalente a 0–62 mph) em 5.8 segundos parece plenamente crível mesmo num carro deste porte. E, embora traga Controle Dinâmico do Chassi de série, alternar entre os modos Conforto, Normal e Esporte não transforma de forma dramática o comportamento - dificilmente você vai abrir um sorriso ao volante.
Por outro lado, o refinamento é excelente, o controle de carroceria é muito bom e o rodar é confortável em qualquer ritmo. Encare-a como uma espécie de “lobo em pele de cordeiro” tcheco, na linha de uma Audi Avant da gama S, e a proposta faz muito sentido.
Você recomendaria uma Superb perua?
Sem hesitar. No essencial, ela enfrenta rivais como Ford Mondeo e Volkswagen Passat, mas dá a impressão de conseguir se aproximar da categoria de BMW, Audi e Mercedes-Benz. Ainda assim, a escolha mais acertada tende a ser uma das ótimas versões a diesel - por exemplo, a 2.0 TDI de 148bhp com câmbio manual e tração dianteira. Assim, você leva um carro elegante e sereno, tão à vontade para cruzar a Europa numa viagem de família quanto para encarar uma ida ao ecoponto com um montão de entulho. Gostamos muito dela.
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