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Voo inaugural da Scandinavian Airlines (SAS) entre Copenhague e Mumbai retorna por falta de aprovação regulatória

Homem olhando para painel de voos cancelados em aeroporto segurando celular, passaporte e cartão de embarque.

O primeiro voo da Scandinavian Airlines (SAS) ligando Copenhague, na Dinamarca, a Mumbai, na Índia, previsto para 2 de junho, acabou interrompido de forma incomum: a aeronave precisou voltar ao aeroporto de origem por ainda não haver a autorização regulatória final para operar a rota.

O que aconteceu com o voo SK-969

O voo SK-969, realizado por um Airbus A330-300 (matrícula LN-RKM), tinha partida programada para 16h10 e chegada estimada para 4h30 do dia seguinte.

Mesmo assim, a decolagem só ocorreu às 20h23, acumulando cerca de quatro horas de atraso. Em seguida, por mais de quatro horas, o avião seguiu rumo sudeste, passando pelo espaço aéreo de países como Polônia, Eslováquia, Hungria e Romênia, além de sobrevoar o Mar Negro e regiões próximas de Geórgia e Azerbaijão, até iniciar o retorno a Copenhague, conforme o rastreamento do Airnav Radar.

Aprovação das autoridades indianas e o retorno a Copenhague

A SAS informou que aguardava a liberação das autoridades indianas, com expectativa de que a aprovação fosse concedida enquanto o voo estivesse em andamento - o que não se concretizou.

Com isso, a companhia decidiu regressar a Copenhague para evitar que os passageiros tivessem de ser direcionados a um aeroporto alternativo em um terceiro país, cenário que poderia gerar ainda mais transtornos.

Cancelamentos em 4 e 5 de junho e reflexos para os passageiros

Além do voo de 2 de junho, também foram canceladas as operações planejadas para 4 e 5 de junho, sinalizando que o processo regulatório ainda deve levar alguns dias até ser concluído.

Em nota, a SAS declarou ter realizado todas as etapas operacionais e regulatórias necessárias e reiterou que contava com a autorização durante o trajeto. A empresa afirmou que dará suporte aos passageiros impactados e que pretende iniciar os voos assim que a liberação final for emitida.

Para quem estava a bordo, não há dúvida de que esse “enrosco” regulatório e mal coordenado virou um grande problema.

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