O autoclube alemão ADAC divulgou um ranking de automóveis conforme a adequação para o uso urbano. A classificação foi elaborada com base nos resultados dos testes ADAC Autotest.
Critérios do ranking do ADAC para uso na cidade
Na pontuação, entraram fatores como o raio de giro, o comprimento e a largura da carroceria, a visibilidade em 360° e também o consumo de combustível ou de energia no ciclo urbano.
Destaques: elétricos compactos no topo
O melhor desempenho ficou com o elétrico compacto Renault Twingo E-Tech, que alcançou nota final de 1,9. Na sequência, o Honda e ficou em segundo lugar com 2,0, e o Smart ForFour EQ ocupou a terceira posição com 2,2. As três opções são 100% elétricas e pertencem ao segmento de carros pequenos ou ultracompactos.
Os especialistas chamam a atenção para o papel de uma distância entre-eixos curta, que ajuda a reduzir o raio de giro. Em alguns casos, o uso de tração traseira contribui para aumentar o ângulo de esterçamento das rodas dianteiras e, assim, melhorar a manobrabilidade.
Na outra ponta: veículos grandes entre os piores
No extremo oposto do ranking, aparecem modelos de maior porte. A última colocação, com nota 5,1, foi compartilhada pelas picapes Ford Ranger Raptor e VW Amarok. Um resultado muito próximo (5,0) foi registrado pelo BMW Série 7. Segundo o ADAC, o desempenho mais fraco é explicado pelas dimensões elevadas e pelo ângulo de esterçamento limitado, sobretudo em versões com tração integral.
O ADAC recomenda considerar o cenário de uso antes da compra e, durante o test-drive, conferir a manobrabilidade. Em trânsito carregado, elétricos compactos voltados para a cidade podem ajudar a poupar tempo, dinheiro e nervos. Ao mesmo tempo, o clube observa a redução do portfólio de modelos no segmento de entrada e a alta de preços nesse tipo de automóvel.
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