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HMS Prince of Wales levará 24 caças F-35B ao exercício Falcon Strike

Porta-aviões com cinco caças F-35 prontos para decolagem, céu limpo e costa ao fundo.

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Após cinco meses de operações no Indo-Pacífico, o porta-aviões britânico HMS Prince of Wales participará do exercício aeronaval Falcon Strike, no Mar Mediterrâneo. Na ocasião, o navio reunirá a maior quantidade de caças F-35B já operada por uma embarcação da classe Queen Elizabeth. Segundo informou a Marinha Real Britânica em seus canais oficiais, estarão disponíveis 24 aeronaves furtivas, reforçando de forma significativa as capacidades do Grupo de Ataque liderado pelo navio-capitânia do Reino Unido.

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HMS Prince of Wales terá 24 caças F-35B no Falcon Strike

Mais especificamente, os F-35B pertencem ao Esquadrão Aeronaval 809 da Marinha Real Britânica e ao Esquadrão 617 da Força Aérea Real, mais conhecido como “Os Destruidores de Represas”. Durante o exercício, essas aeronaves e os navios do Grupo de Ataque serão integrados a uma força aliada sob comando da Itália, encarregada de apoiar manobras de grande escala que abrangem exercícios aéreos e marítimos no âmbito da OTAN.

As tripulações poderão realizar voos diurnos e noturnos, além de compartilhar procedimentos com seus pares do país anfitrião, dos Estados Unidos e da Grécia.

O comodoro James Blackmore, comandante do Grupo de Ataque de Porta-Aviões britânico, declarou: “É fantástico estar de volta ao Mediterrâneo após um período extremamente bem-sucedido no Indo-Pacífico e uma travessia pelo Mar Vermelho. Os próximos exercícios com os aliados da OTAN serão uma verdadeira demonstração da capacidade de combate do Grupo de Ataque de Porta-Aviões do Reino Unido. O desdobramento de oito meses abrange mais de 26.000 milhas náuticas e envolve 40 nações, reforçando a posição do Reino Unido como uma potência europeia líder que fornece aeronaves de quinta geração e capacidades de porta-aviões, uma contribuição primordial para a OTAN.”

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Grupo de Ataque recebe a fragata italiana ITS Luigi Rizzo

Para a etapa final de seu desdobramento, o Grupo de Ataque comandado pelo HMS Prince of Wales foi reforçado pela chegada da fragata italiana ITS Luigi Rizzo, da classe Carlo Bergamini (FREMM). A incorporação ocorreu depois que a força liderada pelo porta-aviões, que também conta com o apoio de navios noruegueses, entrou no Mar Mediterrâneo pelo Mar Vermelho e pelo Canal de Suez.

Escala na Baía de Souda e mudança de comando

Antes disso, o HMS Prince of Wales e sua escolta passaram pela Baía de Souda, localizada na ilha de Creta. Ali, o navio recebeu seu novo capitão, Ben Power, após o antigo comandante, Will Blackett, transferir-lhe o comando.

Além disso, o destróier Tipo 45 HMS Dauntless, integrante da força, esteve na mesma região para participar de uma cerimônia em homenagem aos mortos da Comunidade Britânica cujos túmulos se encontram em território grego. Já a fragata Tipo 23 HMS Richmond tomou parte em exercícios de guerra antissubmarino com unidades da Marinha Helênica.

Créditos das imagens: Marinha Real Britânica

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